segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Puerícias Políticas.

Parecem puerícias as conclusões e ações dos senadores da nossa república, e, da maioria dos políticos de nosso país, ante os graves problemas morais e éticos pelo qual passa a casa de Rui Barbosa, e, todo sistema político nacional. Não que se deva cobrar o que é impossível de se fazer nesses aspectos, mas, pelo menos o essencial que é o de legislar, de estar em ocupação com os problemas sociais que são tantos em nosso país, realmente projetando os mais variados matizes, que o compõem, como se fora uma única mistura, onde as cores pudessem se fundir e se mostrarem como uma única, a destacar o preparo e a capacidade dos senadores e demais políticos. Onde as cores mais vivas não se sobressaíssem às mais fracas e que com o apoio de todos os mais honrados e políticos acertos ou acordos fossem o derradeiro ato e não motivo das molecagens que engendram as criancices interesseiras. É necessário rever atitudes, talvez, no moer de alguns para que o todo possa estar habilitado a representar bem seus eleitores e colocar o Brasil em destaque por suas ponderadas posições, onde o homem seja o grande beneficiário, com sua educação, moradia, respeito, saúde, direito real de fala, de ser notado como pessoa, garantidas, e, principalmente, com as crianças sendo reconhecidas como as grandes pedras angulares, os futuros pilares, aquelas que formarão a sociedade no futuro, por isso, poços se locupletando de saber, saúde, e, esperança.

Com o passar do tempo o termo político perdeu sua concepção original, a de ser relativo aos negócios públicos e passou a ter uma, de astuto, sendo essa de total desrespeito à pessoa que se dedica a legislar. Ao longo do tempo, portanto, o político, como homem que se ocupa em legislar e ser homem que cuida, com zelo, das coisas públicas, passou a ser observado como homem que astutamente administra as coisas públicas. Esses termos são aceitos de um modo muito cômodo por todos, mas, alguns se tornaram cínicos, como numa brincadeira de mau gosto, onde o que prepondera é o próprio cinismo, final banal de dons que teriam outras conotações como bondade, sapiência, amor ao próximo e solidariedade.

Ainda acredito no político, em termos gerais, como um ser da sociedade, predestinado, em sua função, de responsavelmente agir e legislar, não em causa própria, mas, com o pensamento voltado para o bem comum e segurança da sociedade em termos éticos e morais, portanto, com autoridade para observar e realizar leis que de fato sirvam para o bem de todo ser humano. Não só na política, mas, em toda ocupação onde se faça necessário a presença de mentes criativas e solidárias ao povo que é tão massacrado com falta de oportunidades e leis que visam exclusivamente o bem estar do país e não das pessoas que o compõem, os quais, não usufruem desse bem estar.

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