segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Discriminação.

Há que ter um dia para que a sociedade, de um modo geral, reflita, com seus botões, o quão bom ou mal tem tratado ou destratado algumas de suas partes, como os negros, amarelos, brancos, mulatos e mamelucos, e, mais os que por opção se tornaram minorias, mas que também compõem a enorme massa social, ou, as células deste grande tecido social. O fato é que algumas de suas células mais importantes, como as raças citadas, e, os opcionais, têm sofrido com as sequelas do mal estar social dos que se julgam melhor que os outros, seja a raça, no gênero, nos deficientes, que por si só não conseguem apoio para a satisfação de suas necessidades mais bàsicas. Esse dia há que se ter tempo de sobra, avultando sobre o trabalho, para a reflexão e mesmo para a prática de projetos sociais que vissem a melhoria do bem estar de todos os que compõem esse grande universo humano, tão diversificado, tão sofrido nesses milhões de anos da presença do homem na terra, a gaia sofrida que é inclusa nos menosprezos do homem.
Os índios, mesmo as mulheres, são motivos para um espécie de apparthaid tácito onde veladamente se aceita discriminações e na calada da noite se vota projetos de ódio contra os discriminados. Há que se repensar os conceitos e os valores da palavra amor, palavra difundida à exaustão pelo Mestre Jesus e que com o passar do tempo e a teimosia religiosa esmoreceu e esfriou, para que se cumprisse a Sua palavra profética: 
- Naqueles dias o amor vai esfriar...
Há que ter um dia para essa reflexão, não esse marcado na folhinha ou nos calalendários, mas, um que seja praticado todos os dias do ano, sem marcação, sem as amarras do querer que a discriminação seja eterna e contínua, uma dia eterno onde o homem possa amar a si mesmo.

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