segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ler é muito bom.

A livraria estava quase vazia, menos cheia de gente que outros dias. Entrei à procura de um livro de escritor local, especificamente um chamado " A cidade ilhada ", do escritor Milton Hauton. Localizei-o e qando me dirigia ao guichê para o pagamento, dei de cara com o próprio escritor, que lá estava, em um dos nichos, procurando algo.
Com o livro na mão fui direto até ele e disse: Escritor, você pode autografar este livro para mim?
Claro, disse ele, perguntando-me pra quem seria o oferecimento. Dei meu nome e então escreveu:
" Para Alexandre, estas histórias narradas por um narrador nômade.
Um abraço afetuoso de
Milton Hauton "
Manaus, 02/01/2011.
Espero que você goste... Disse-me apertando minha mão direita. Obrigado disse eu e alegre fui me sentar no Café do Ponto, para ler e degustar um bom café, pensando, como não gostaria de um livro escrito por tal criatividade, a qual, prende o leitor até a última página, como em todos os seus livros.
Degustei o livro, aprendendo a vida, relembrando lugares e expressões locais, mas, não tive a coragem de dizer que ouso escrever alguns contos e algumas crônicas. Inibi-me ante a figura simples do escritor, talvez, porque avultaram-se meus limites e diminuíram-se minhas virtudes, que sei são poucas, mas, que não impedem meu caminhar, meu escrever, contos e crônicas da vida que nos revigoram a cada passo, dando-nos sustento físico, psicológico e espiritual. Ler é muito bom, aprendendo e vivendo esses maravilhosos contos que nos fazem viajar no tempo e no espaço.

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