Não sou a favor da abolição das palmadas na educação das crianças, cujos intelectos são aprimorados pela velocidade das informações, que chegam de todos os lados e lugares, dando um novo formato educacional a todos nós, pais, filhos, avós e netos, o que confere novos conceitos de personalidade, um novo horizonte social, mas, não muda o tom ranheta, moleque, das crianças desobedecerem. Nunca dei palmadas em meus três filhos, imagine nos quatro e agora mais um porvir, talvez, em começo de abril, conversei o que tinha pra conversar, castigos no que tinha pra castigar, e, graças a Deus, acho, deu certo. Meus filhos são educados, entretanto, em alguns momentos de intervenção materna, eles foram castigados com algumas palmadas, o que contribuiu, até os setes anos de idade, dizem os entendidos nesse assunto, para a formação e compreensão dos conceitos do bem e do mal, do certo e do errado.
Não faltou amor neste tipo de educação, o das palmadas. É claro que sou radicalmente contra as palmadas dadas, acompanhadas de ira, ou com o propósito de descarga de problemas em cima das personalidades em formação, pois, alguns adultos agem e tratam as crianças como fossem adultos e cobram delas atitudes adultas, sendo que o comportamento tem que coincidir com os dos tais adultos, senão a cobrança é radical, e, às vezes comprometendo a formação. Acho devemos, nós os formadores desses pequenos, termos sabedoria suficiente para dosarmos e repensarmos o melhor para nossos descendentes.
Provérbios 22:6 - Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.
Provérbios 15:33 - O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.
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