Domingo, noite, a dor na cabeça descomunal, nas articulações e de sobra em todos os dentes. Gripe violenta que me faz imóvel e me dá chances de lutar contra a inércia proposta. Parece besteira, mas, nunca tomo medicamentos, e, teimosamente vou sofrendo com as dores, mas, fraquejei e tomei um analgésico com um mio-relaxante. Ē claro o sono rapidamente chegou e as dores melhoraram sob o efeito dos remédios, o que me dá outra oportunidade de lutar contra os efeitos dos medicamentos e, então, resolvi escrever. Antes já havia tomado um copo de caldo de pato no tucupi, super-quente, gentilmente cedido por minha cunhada, e, mais um prato fundo de sopa, que arranhava minha garganta à medida que passava, e, ainda bem que ninguém lembrou-se da canja de galinha, coisa que não gosto, não que não tome, mas, se for possível evitar, evito.
O som da televisão me aborrece por aumentar um pouco a dor de cabeça, talvez, aliada à luz do computador, irritante para tal órgão, o olho. Tento desviar a atenção de meu cérebro pensando ainda bem que o Guilherme e o João Gabriel estão nos braços de Morfeu, a algum tempo, pois, se os danados estivessem acordados não me deixariam em paz com suas brincadeiras barulhentas.
Vou tentar fechar os olhos por uns momentos e descansar. Boa noite, vida, descanso para amanhã viver sem dor, de novo, teimosamente.
Maranata, Senhor.
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