sábado, 16 de outubro de 2010

A inveja mata.

A inveja quando não mata, não engorda.

Conversei, forçadamente, com meu neto mais velho, a respeito da inveja que certas pessoas têm das outras, seja no sentido da falta da não simplicidade de simplesmente ter as coisas e da falta de simplicidade de não ter as coisas.
Explico melhor. Ele me falou de um amigo comum que comentara sobre a viagem dele, meu neto, aos EUA de forma esquisita. Dissera que já tinha realizado tal viagem e que não gostara, pois, achava melhor viajar para o Canadá, lá sim, tudo era muito melhor, e, que, portanto, toda a viagem do Alexandre não tinha sentido. Isto pareceria normal se falado por um garoto da sua idade, mas, falado por alguém mais velho não fazia sentido a não ser considerando-se uma certa inveja do conjunto da família de meu neto. Uma esposa exemplar, uns filhos maravilhosamente lindos, um marido trabalhador e compreensivo, um verdadeiro céu, no entendimento do invejoso, tudo coincidindo para a contribuição de um lar perfeito, sonho de todos humanos.
- Meu neto, dissera eu, você, por favor, não repare na maldade intencional dos outros, pois, o que você me conta nada mais é do que a maldade da inveja estampada na conduta desse cidadão, e, sempre em todos os locais, onde você estiver sempre vai existir pessoas assim, por isso, viva sua vida sem a preocupação de ter todos os seus atos ou atitudes ou sonhos realizados percebidos ou não por esse ou por aquele, ou por quaisquer pessoas que vivam ouo não ao seu redor.
A inveja mata, dizera alguém para ele, e, eu digo para você, meu neto, viva sua vida sem ter a necessidade de perceber se esse ou aquele amigo ou não, está vigiando e querendo viver sua vida nesse ou naquele momento de sua felicidade. Simplesmente viva sua vida e se afaste desses maldosos que não sabem viver.

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