segunda-feira, 11 de junho de 2012

O riso do Davi

Não há o que pensar: o riso do Davi supera todas as possibilidades de superação da tristeza e da solidão, este sentimento tão comum e corriqueiro que compromete nosso dia a dia; é maior que qualquer dor, maior que o céu brilhante, com suas constelações expostas, iluminando o céu. Não se pode comparar com nada. O riso, quase gargalhada em um menino com menos de três meses supera nosso entendimento do que é necessário para se viver. Não é um sorriso falso, sem graça, disfarçante, desprovido de compromisso, é simplesmente um sorriso aberto, com boca grande, mostrando toda gengiva, reflexo da visão, talvez, vultos da realidade, real para ele, que procura foco em todo lugar, principalmente no rosto do avô. Ri um riso gostoso, mostrando que a vida vale a pena, mostrando que tudo da vida gira em torno de um riso, sincero, leal, forte e formoso de um neném, de um bebê que é o centro das atenções e das afeições de toda família, esteja ou seja aonde for. É um humor destinado às grandes personalidades. Uma das características da liderança é o bom humor, essa capacidade divina de lidar com os transtornos, com os desatinos. É um vezo nato, outros que tentem, mas, só quem tem não precisa mostrar que tem, simplesmente tudo absorve e sorri, mas, não um sorriso qualquer, e, sim um sorriso cheio de amor que exige reciprocidade, que denota paixão pelo que faz, que tem respeito pelo foco real ou não. Isto dá ou concede um fascínio único no dono do sorriso, um quê que poucas pessoas possuem: o dom de amar e ser amado. Obrigado, meu Deus, Senhor de minha vida, pelo Davi, assim seja para sempre.

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