terça-feira, 12 de junho de 2012

Meus sessenta anos.

Hoje é meu sexagésimo aniversário. São sessenta anos vividos desde o nascimento em 1952. Muitas coisas, muitas e muitas tem passado por baixo da ponte e por cima da estrada. A visão, adquirida na educação, provinda dos pais, não mudou em nada. A convicção de que todos os seres humanos são iguais e que estão no mesmo patamar de necessidades é a mesma. A lenta morte que estamos estabelecendo ao nosso planeta, com todas as complicações provindas disso, que se estende desde o jogar de uma simples garrafa pet na estrada, ou na rua, até a destruição da camada de ozônio com nossa imensa emissão de carbono da atmosfera, tudo me faz crer que ainda estamos longe de sermos ou termos a perfeição ansiada pela religião e proposta, no seguir da normas, pelo Direito, pela filosofia, pela antropologia, pela ciência. Ainda nos arrastamos pelo chão, como bebês, cheios de direitos e com poucos deveres, servindo cada um a si próprio, cheios de um poder virtual, e, literalmente acabando, com capa de não, o meio em que vivemos, e, pior o mundo onde nossos netos vão viver. Minha vida tem sido pequena, pouco voltada aos grandes interesses que o povo, esta entidade compreendida apenas virtualmente como algo longe e notadamente necessitado de algo e realmente tido como ente pouco abençoado, sem nada a oferecer, portanto, sujeito a não ser nada, desejado a ficar distante, mas, que com idéias pouco difundidas, assim deve ser, algumas pessoas através de alguma associação, como as igrejas que frequento, têm sido amenizados na pesada humanidade que têm de carregar, seja na educação, com nossos times de futebol e inclusão digital, seja na fome, com a doação de pelo menos de quatrocentas sopas e pão a crianças carentes da periferia, seja na visitação aos doentes e necessitados. Mais um ano se soma aos 59 detrás. Vida abençoada por quatro filhos maravilhosos, cinco netos magníficos, me faz feliz, me faz sonhar mais, viver mais, criar mais, viajar mais, conversar mais, conviver mais, ansiar mais, ser mais. Alexandre Filho, Maysa, Gabi, Natássia, Alexandre Neto, Enzo, João Gabriel, Guilherme e Davi, por enquanto, ainda espero a benção de ver os filhos de Maysa, minha filha do meio, me enchem a alma de alegria e felicidade, por isso, neste dia, dia em que envelheço mais um ano, agradeço a Deus por esta grande oportunidade, benção: de simplesmente viver. Agradeço também a benção dos amigos que comigo têm vivido grandes e pequenos momentos, porém, em tudo fortalecendo a vida, engrandecendo as virtudes, não negando os defeitos, e, principalmente glorificando a Deus, nosso Senhor.

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