sábado, 12 de maio de 2012

Mãe, te amo

Hoje é o dia dedicado às mães. Não é um dia qualquer, mas, um dia de reflexão, de homenagem, de agradecimento, de sorte, de sonhos, de amor, de aconchego, de saudades, de reconhecimento por tantas mães espalhadas por todo canto do mundo. Ser mãe, em qualquer época da história, é um dom, uma persistência, uma determinação, uma vontade, um desejo, um cansaço, um choro, um desespero, uma alegria infinda, um ser completo, realizado, uma preocupação, uma dedicação, um bem querer, uma tristeza, uma verdade, uma mentira, um sobressalto, um arrependimento. Ser mãe, antes, agora e sempre, é ter ser luz, alumiando tudo e todos ao redor, é chorar baixinho quando tudo está dando errado com seu filhinho, é a obrigatoriedade de rir para não preocupar seu bebê, é chorar de alegria no nascimento e vitórias do seu rebento, é ter paciência infinita e um amor desmesurado. Bem feliz é, neste mundo, quem pode usufruir do colo amoroso da mãe. É no perigo, nos momentos tristes, na distância que se pensa nela com maior necessidade. Uma comida especial, só feita por ela, um carinho só feito por ela, um sorriso só o dela, uma palavra só a dela, a companhia só dela. A minha foi-se embora há algum tempo deixando uma enorme saudade, um sentimento de perda e uma esperança enorme de revê-la na continuidade da vida pós morte. - Alé, fiz sua comida predileta, suas panquecas de carne moída com molho de tomate, acompanhadas de maionese de camarão e um arroz tipo maranhense. Sua doce voz ainda ecoa na mente fazendo-me até sentir o gosto do deleite alimentar. Seu rosto flutua claro em minhas retinas, com uma seriedade abrandada por uma linha de sorriso discreto, porém, magnificamente lindo. Saudades. Nesta imagem, de minha mãe, homenageio todas as mães do mundo desejando-lhes que Deus recompense tão grandes dedicações inclinando Seu ouvido e realizando todos os pleitos de seus corações, ou, abrandando-lhes o sofrimento de ser mãe.

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