Natássia Cruz é uma arquiteta que consegue insculpir em sua logomarca o laivo de qualidade requerido em seu labor, trabalho altamente criativo. Agora mesmo, em Boa Vista, RR, merecidamente de uma vez só arrebatou de uma banca composta por arquitetos e engenheiros de fora, o primeiro e segundo lugares do concurso em uma exposição, para amostragem de materiais e ambientes. O préstito de fans, é claro, aumentou sensivelmente. É o reconhecimento público de um trabalho que começara a brotar quando Natássia ainda era estudante, acadêmica da Ulbra-AM, e já demonstrava sua enorme capacidade criativa sendo, em seus projetos, diferente de seus colegas e mesmo de professores. Isto, é óbvio, demonstrava o florescer de um novo gênio na ciência arquitetônica e na arte do desenho, o que é corroborado agora nesse concurso.
O amor à arquitetura, às formas, às cores, ao desenho, as nuances das sombras e da iluminação é mostragem frequente em seus trabalhos, dos mais simples ao mais sofisticado mostruário de sua filocalia. Por fazer estritamente o que ama, Natássia avulta-se aos demais, e por ser lhana, sabedora de suas limitações, produz o melhor de si, resultando em harmonia e equilíbrio tanto em projetos complexos quanto em paisagismo e interiores, também em projetos mais simples, os quais, são sempre diferentes, habilidades curiais de pessoas geniais.
Não me surpreendi com tal resultado. Era de se esperar que a criatividade avultasse no concurso e assim aconteceu. Parabéns, Natássia Cruz, extensivo à toda sua equipe, sem a qual não se realiza nada, que juntou-se a você na execução dos projetos.
É o começo de uma carreira promissora, mas, devo lembrar-lhe que o cultivo da humildade é a tiriaga para todos os venenos, as maldades do mundo, sendo que o pior deles é o orgulho cego, aquele que obnubila a criatividade sadia.
Deus continue a lhe abençoar com muitas e muitas vitórias, sempre maiores que estas que você acaba de conquistar.
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